República dos Réis
Primeiras emissões da República, das alegorias positivistas às efígies nacionais. Bronze, níquel e prata em denominações de 10 réis a 2.000 réis.
Moedas e cédulas do Brasil desde a Proclamação da República. Cada peça, um fragmento preservado do tempo.
Três eras que cobrem mais de um século de cunhagem nacional — do bronze ao aço inox bimetálico.
Primeiras emissões da República, das alegorias positivistas às efígies nacionais. Bronze, níquel e prata em denominações de 10 réis a 2.000 réis.
Mais de cinquenta anos de reformas monetárias: Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo e Cruzeiro Real. Ligas metálicas que acompanharam a inflação e a identidade nacional.
Plano Real e estabilidade. Séries regulares e comemorativas com temas ambientais, esportivos e culturais. Das 1 centavo às bimetálicas de R$1.
Cinco eras do papel-moeda nacional — da arte calcográfica do Cruzeiro ao sofisticado Real com fauna brasileira.
Emissões do Banco do Brasil e depois do Banco Central. Efígies de Getúlio Vargas e alegorias da República. Impressão em talho-doce, do Cr$ 1 ao Cr$ 5.000.
A reforma de 1967 inaugura o Cruzeiro Novo. Personagens históricos: Dom Pedro I, Caxias, Deodoro. Gravuras em talho-doce de altíssima qualidade artística.
Plano Cruzado: corte de três zeros e redesenho com fauna e flora brasileira. O Cruzado Novo (1989) dura apenas um ano antes de nova reforma econômica.
Retorno ao Cruzeiro após o Plano Collor. A hiperinflação força emissões de alto valor — CR$ 50.000. O Cruzeiro Real (1993) é a última moeda antes do Plano Real.
A fauna como identidade nacional: onça-pintada, arara, tartaruga, peixe-boi, garça-branca. Três séries com evolução progressiva dos elementos de segurança. R$1 ao R$200.
Três eras de moedas e cinco eras de cédulas organizam todo o acervo cronologicamente.
De 1889 à atualidade, cobrindo todas as reformas monetárias e planos econômicos do Brasil.
Réis, Cruzeiro, Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzeiro Real e Real — cada uma com sua identidade visual.
O acervo cresce continuamente com novas aquisições e catalogações de peças raras.
As grandes transformações do sistema monetário brasileiro em ordem cronológica.
Cada moeda ou cédula carrega em si a memória de uma época — a política, a economia e a arte do seu tempo. Colecionar não é apenas guardar metais e papéis; é custodiar fragmentos tangíveis da trajetória de um povo.
Este acervo reúne peças da República do Brasil desde 1889, organizadas cronologicamente por era monetária. A coleção cresce com rigor, catalogando cada peça pelo seu contexto histórico e estado de conservação.
Uma extensão do Noos Capital — onde o valor vai além do número.